
Por meio de uma armadilha envolvendo garrafas de água, a polícia conseguiu prender um homem que foi acusado de assassinar uma mulher há 24 anos.
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Em maio de 2001, Eugene Gligor assassinou Leslie Preer, mãe de sua ex-namorada, Lauren, na casa da família no condado Montgomery, em Maryland. Os investigadores trabalharam por duas décadas tentando encontrar o culpado, mas sem sucesso.
Foi só em junho do ano passado que os policiais conseguiram chegar até Gligor, que estava vivendo na encolha em Washington, D.C. A prisão só foi possível depois que os investigadores conseguiram comparar o DNA encontrado na cena do crime com o de familiares distantes dele na Romênia.
Seguindo os caminhos de sua árvore genealógica, os policiais chegaram até uma família dos EUA com sobrenome Gligor. Os investigadores notaram que o nome de Eugene já tinha sido mencionado por um dos vizinhos no processo.
Sabendo que o suspeito pegaria um voo em Londres em 9 de junho de 2024, os policiais armaram uma “armadilha”. Gligor foi levado para uma sala de inspeção alfandegária, onde tinham várias garrafas de água, e ele mordeu a isca.
Com o DNA coletado da garrafa, os investigadores conseguiram ligá-lo aos vestígios que foram encontrados na casa de Leslie. Gligor foi preso, confessou o homicídio em segundo grau e agora enfrenta uma acusação com pena máxima de 30 anos.
“Isso não traz Leslie de volta, mas agora eles sabem… quem fez isso com ela”, disse John McCarthy, procurador do estado do condado de Montgomery, durante uma entrevista coletiva na última quarta-feira (7).
Foto e vídeo: Montgomery County Police. Este conteúdo foi criado com a ajuda da IA e revisado pela equipe editorial.
